Quantas das vezes nós fazemos figura de estúpido, de urso, de tolo, de camurço... sem o querer.
Julgo também que, voluntaria ou involuntáriamente, ninguém gosta de fazer essa figura.
Logo, continuo sem perceber esta história das praxes, e da aparente alegria alarve de alguns jovens, nossos futuros governantes, gestores, professores, engenheiros....
Não percebo!
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