Não me sinto negro...mesmo quando o futuro o parece.
Temos obrigações a que não pudemos fugir.
E não falo das obrigações do euro, ou dos bancos, ou dos credores.
Falo das obrigações com quem estava em 1140, quem esteve em Ourique ou S. Mamede, em 1385, de quem foi a Ceuta, à India, ao Brasil, de quem combateu em Adem, em Diu, de quem esteve em Timor ou chegou à Austrália ou a Califórnia.
De quem esteve em 1640, em 1755 ou em 1810. De quem esteve em Magul ou Marracuene.
Em Àfrica nos anos 60.
E queme stá em tantos locais do Mundo, do nosso Mundo...daquele que foi pequeno.
Por esses, tenho obrigação de continuar!

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